sábado, 17 de maio de 2008
HIP HOP KARA KARA
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Ainda sobre o debate sobre produção musical e preferencias no hiphop time (Nao percam este domingo)
Na indústria musical, um produtor musical ou produtor discográfico é o termo que designa uma pessoa responsável por completar uma gravação master para que esteja pronta para o lançamento. Eles controlam as sessões de gravação, treinam e guiam os músicos e cantores e fazem a supervisão do processo de mixagem.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Produtor_musical
NAO PERCAM ESTE DEBATE DOMINGO ENTRE AS 14 h e 16h NO PROGRAMA CLASSICO HIPHOP TIME
quinta-feira, 15 de maio de 2008
debate sobre produção musical e preferencias no hiphop time
Porque razao alguns assinantes nao se identificam? (Caso dos IP's de Baba X e YoYo)
YoYo -196.22.56.21
Baba-X(K7S Azuis) -196.22.56.21
Nao estamos a dizer que é a mesma pessoa, até pensamos que nao se trata da mesma pessoa, mas agradeciamos que os assinantes nao se escondessem em nomes improvisados so para o momento em que pretendem deixar comentarios sobre fulano ou beltrano de modo que gerir melhor os comentarios.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
segunda-feira, 12 de maio de 2008
PRIME AKHIM EM ENTREVISTA EXCLUSIVA: Parece que aquele que conquista um espaço por aqui, passa a gostar somente dele ou do grupo dele(com muita sorte)

"Tudo esta bem e tudo esta mal. Tudo esta bem porque hoje os emcees estão mais preocupados e mostrar trabalho (vídeos, álbuns, eventos e etc.) e tudo esta mau quando nenhum emcee quer aderir tais trabalhos. Deixamos de aderir tais trabalhos por mera inveja: “A inveja é uma pedra que se volta para quem a atira.” Estamos numa fase em que devemos aderir tudo o que vem do Hip-Hop, quando não aderes o trabalho, evento ou obra de um emcee, não fodes a ele mas sim a ti mesmo. É não é um emcee que morre quando não aderimos o trabalho dele mas sim nós mesmos."
Se fosse possível saber o dia da sua morte, você iria querer saber?
Como diz o Plus (um dos membros do grupo Almas Habitantes) "Temos duas oportunidades na vida: uma é nascer e outra é morrer, as restantes criam-se para sobreviver", imaginemos que nos fosse cedida por ELE a chance de ter uma terceira oportunidade, que seria a de saber o dia, hora, local e a causa da sua morte, você iria querer saber?
Ainda sobre os projectos mortos.
Hihihihihihihi. Ish...Epah... ya, a resposta do "Hi" em relação a questão do "Kasulu" é mesmo muito profunda. Não posso dizer nada em relação aos Náuseas mas no que respeita ao Drifa, acredito que ainda é muito cedo para dizer algo tipo "...projectos eram feitos por pessoas k no fundo não acreditavam no k xtavam a fazer. Por isso e k morrem. Fizeram por causa da vibe do momento. Hj em dia nem vivem 2o o k diziam acreditar," pois o Drifa lançou o "Muitos Chamados Poucos Escolhidos" a sensivelmente 1 ou 2 anos atrás, o que significa que ele ainda esta dentro do "sistema hip hop" e talvez esteja ate a "cozinhar" outro álbum "O Escolhido", hehehe... Agora quanto as Náuseas posso ate concordar com o "Hi" pois estes desapareceram no tempo desses outro projecto (o mano
esqueceu de mencionar 666, Sociedade Anónima heheheh). A verdade é que não é fácil "manter ate ao fim", principalmente neste nosso pais (onde todos fazemos algo porque vimos alguém, esta na moda e etc.) Para evitar isso, cada individuo ou grupo deve(m) determinar parâmetros e e decidir porque é que faz(em) o que fazem. Estava eu junto do Vate (meu companheiro de Grupo) a ler este blog e ele decidiu que devia lançar o seguinte tema:
Porque é que fazes o teu hip hop?
NB: {Vate – Membro do Grupo Almas Habitantes/Mentes Negras
Autor da música “Livre Como Num Sonho”
www.myspace.com/mentesnegras)
Por: Soares Matsinhe (Prime Akhim), Editor da revista O Tunel
domingo, 11 de maio de 2008
Ha criatividade na lirica dos MC's Moçambicanos?
Um dos rappers que muito influenciou o hiphop é sem duvida Nas.O seu primeiro album Illmatic estabeleceu Nas como um dos mais profundos liricos de hiphop, introduzindo a sua assinatura poetica ao hiphop. Muitos consideram Rakim (The God) como o melhor lirico de sempre e Nas (The God's son) como a extensao de Rakhim. Nao nos interressa saber quem é o melhor lirico do hiphop, mas sim debater em torno das tecnicas de escrita.Existem MC's realmente geniais na forma como projectam as suas letras ou todos sao previsiveis repetitivos?Existem linhas (versos) que podem durar anos e anos e se transformarem em classicos da arte de rimar em Moçambique?A tecnica de escrita é original?Quantos MC's mostram pensamento nas suas letras( entenda-se letras racionais e nao obvias)?
Classe Neutra - Putaminaçao Da Nossa Especie
Desfrutem este fiel retrato da sociedade moçambicana, uma banda sonora de um pais que submerge na hipocrisia, corrupçao, elitismo e snobismo.
Preste atençao a letra...uma verdadeira raridade!!!!
Em quanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos havera guerra: Bob Marley (1945 - 1981)

“um dia eu vou morrer,afinal todos irão morrer, vão me enterrar,um fazendeiro muito louco vai me adubar e me transformar em um lindo pé de maconha, só assim poderei saber que mesmo depois de morto continuarei fazendo sua cabeça”
"Os homens pensam que possuem uma mente,mas é a mente que os possui"
"Music and herb go together. It's been a long time now I smoke herb from 1960s, when I first start singing." - Bob Marleysexta-feira, 9 de maio de 2008
RAP MADE IN ANGOLA: FLAGELO URBANO

Chama-se Oswaldo Moisés Capeça mais conhecido nos meandros do hiphop angolano por Flagelo Urbano, e estreia-se no xitapora blog com tres sons de grande nivel, onde se destaca a musica "Apenas Ser" que servira de avanço promocional da obra deste MC em Moçambique. Pela primeira vez o xitapora disponibiliza musicas para download, numa inciativa visando a divulgaçao deste talentoso rapper angolano no circuito underground moçambicano. O download das musicas de Flagelo Urbano podera ser feito apartir daqui.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Consideraçoes sobre o termo NIGGA (urban dictionary)
NIGGER- a black man with a slavery chain around his neck.
NIGGA- a black man with a gold chain on his neck.
2. Nigga
| | a word a white person can NEVER say while a black person is present or they will be beat down. but they say it with fellow white people White person A: yo nigga White person B: *looks around* White person A: there none around i checked already White person B: well in that case, fo shizzle my nizzle niggaaaa. | |
3. nigga
| | Something I would get my ass kicked for saying. Me to Black person: What up my nigga! Black person: You better run whiteboy! | |
4. nigga
| | A word used by blacks to maintain racial seperation and dwell on events over one hundred years ago. "You ccaint say nigga cuz you aint black you is white and you great great great grandaddy kept my great great great grandaddy as a slave, so you need to give me yo money, dawg. | |
5. nigga
| | from one black man to anothor meaning to say; homie, brotha..etc. "wudup nigga" | |
6. nigga
| | A derogatory word used by black people to retain (and exploit) their ancestors past as slaves. Many blacks claim it's a term of endearment (akin to brother, homie, etc), but in no way can it be as its root meaning is ignorance. It's another double standard of racism in our current time. White guy "what up nigga" Black guy "nigga?" White guy "you know what I mean bro" Black guy "you mean I'm a nigger" White guy "Nah man, it ain't like that" Black guy punches the white guy. Black guy gets arrested for assault and released without charges because the white guy is accused of using racial slurs (that the Black guy uses everyday in his vocabulary with his "brothers" that he has no idea if he's actually related to). 7. nigga
Fonte: http://www.urbandictionary.com/define.php?term=nigga | ||||
segunda-feira, 5 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Ainda sobre a clandestinidade (Afonso Brown)
Defenitivamente este debate ja começa a ficar desgastante, aliás este blog por si so ja começou a desgastar-me. Vamos la perceber muito bem o que esta acontecer aqui:o blog iniciou uma matéria com o titulo “clandestinidade(?)”, onde o ponto de interrogaçao esta ali mesmo para excercer a sua função de interrogar, portanto não se trata aqui de nehuma afirmação. O desenvolvimento da matéria em nenhum momento faz alusão a algum tipo de reivindição em relação ao status dos grupos, até porque o termo clandestinidade não é usado para se referir a algum tipo exclusão mas sim para caracterizar as opções dos grupos em relação a forma de divulgação das suas obras. Este termo clandestinidade pode nao ser o mais adequado para nos debruçarmos em torno deste assunto, contudo o texto em si é elucidativo quanto ao “target” do blog quando aborda esta questão. Ora vejamos, esta matéria é acompanhada por uma outra que aborda a distribuição nao convencional das musicas através da internet, então, subentende-se aqui, que houve um cuidado de nao usar o termo indie para qualificar este movimento “escondido” por não se enquadrar naquilo que é realmente a cultura indie. O que as pessoas não quiseram perceber, é que o blog chamava atenção para se analisar esses grupos que escolheram meios não convencionais para expandirem as suas obras, grupos esses cujos cosumidores poderão ser em menor ou maior quantidade se compararmos com a audiencia tradicional das radios e televisoes.Existe uma audiencia multiracial e multinacional que emerge com a internet, é aqui onde insisto no redimensionamento dos grupos tendo em conta esses “ouvidos” que poderão não ser os mesmos colados a um recptor de rádio ou tv, com outras exigencias e sensibilidades.Essa nova realidade, cibernética, pode criar o exodo dos grupos da tradicional sistema musical para o virtual, ou então pode parir grupos voltados exclusivamente aos condicionalismos desta plataforma digital. Entao aqui aparecem também os nerds a redefinirem a musica no contexto virtual, ou seja, é toda uma realidade musical que esta redimensionar-se, alheia as radios e tv’s, acessivel desde os blogs, passando pelos emules e programas de descarga de torrents e por ai em diante. É para esta realidade que caminhamos, e que muitos deram os seus passos através de colabs entre artistas de realidades geograficas distintas, contudo aqui temos artistas que nos ja ouviamos ans rádios, mas na verdade estou falando daqueles que nasceram na internet e fazeram da mesma o seu único habitat.Falo também daqueles que assimilaram a internet como o seu meio...parece brincadeira mas na internet tudo é possivel. Deixemos de mal entendidos e abordemos a questão sem tiranizar certas pessoas ou então culpar A ou B por preferir um meio de divulgação até agora não convencional, mas que nao deixa de ser uma realidade com a qual devemos contar.
Afonso Brown
Ainda sobre a clandestinidade (Prime Akhim)
Quanto a questao que ficou no "ar": Que se criem
classificacoes clandestinas (opiniao pessoal) para
esse rap "clandestino" ou talvez seja o caso de implementar
a categoria "O(a) melhor mc/musica/video/grupo/produtor
album clandestino(a). Parto do principio que as
pessoas tem que lutar por um espaco e reconhecimento e
nao ficar a espera que alguem crie tais condicoes para ele
(chega ate a ser pecado... heheheheheh) e sendo hip hop um
movimento de intervencao social, nao vejo porque e/ou como
alguem pode intervir socialmente com algo que esta na
"clandestinidade". Se alguem quer "dropar" porque "gosta" e/ou
o faz para ele e os amigos que nao reclame a falta de espaco ou
reconhecimento na radios; que nao reclame por nao constar nas
analises criticas e descricoes do hip hop "Maputense"
(acredito que nao seja coreto dizer nacional quando tratamos
apenas de algo local). Eu pessoalmente vou atras do "mc's"
pedir os "tracks" deles (quem me conhece sabe disso) e isso nao e
para dizer que tenho muito "rap" local mas sim para distribuir
pelas pessoas deixando-as saber que "nos rappers" existimos e
nesse percurso as pessoas me dizem: "Boas musicas, tem albuns estes
rappers"; "quando vao fazer a proxima musica"; "tem video"; "porque
nao mudam essa maneira de cantar"; "porque nao gostam de aparecer"
"nunca vi os donos destas musicas nos shows de hip hop" e etc.!
Quando passo esta info aos "rappers" eles vem com aquela "contraste"
que nao vale a pena mencionar. Entao ai eu paro e noto que muito
estao a brincar de fazer "rap" enquanto nao apanham outra coisa para
fazer e esquencem-se de lavar ou limpar a tal "camisola" que tanto
"amam" quando alguem ou eles mesmos a sujam.
Por :Prime Akhim Editor da Revista O Tunel e membro do grupo Almas Habitantes
Pharoahe Monch: Quero inspirar e tirar emoções diferentes das pessoas

Por Filipe Luna
Fonte:www.radiolaurbana.com.br
Conhecido como o MC preferido de seu MC preferido, Pharoahe Monch também é um dos MCs preferidos dele mesmo. Sem falsa modéstia, o rapper conversou por telefone com a Radiola Urbana e soltou a seguinte pérola: "saindo da minha pessoa e me enxergando como um fã, eu realmente colocaria Pharaohe, liricamente, entre os grandes".
Monch foi um dos principais nomes da extinta gravadora Rawkus e juntamente com a dupla Blackstar, formada por Mos Def e Talib Kweli, ajudou a redefinir o hip hop na segunda metade dos anos 90. Antes disso, formava o cultuado duo Organized Konfusion com Prince Po.Porque demorou tanto para sair o seu segundo disco desde a estréia, em 99, com "Internal Affairs"?
Passei a maior parte do tempo tentando sair do selo, o Rawkus, e resolvendo problemas com eles. Estava infeliz e eles ficaram me segurando lá, sem deixar eu ir embora.
Você gostava de trabalhar no selo?
No primeiro disco foi ótimo, mas no segundo virou uma coisa completamente diferente. Eles queriam fazer música mais mainstream. Também perderam o acordo de distribuição que tinham. Várias coisas estavam dificultando o lançamento do disco.
É muito diferente trabalhar com uma major, a Universal, no seu caso?
De jeito nenhum. Não para mim, pelo menos. O que tornou a Rawkus tentadora para mim era o fato de que as pessoas tinham a liberdade de criar. Na Universal foi a mesma coisa porque foi gravado através da SRC, que era a antiga Loud records, também de Steve Rifkin, e ele me dá liberdade total.
A distribuição é melhor? Você atinge mais pessoas pela Universal?
Depende, "Internal Affairs" vendeu 300 mil cópias. "Desire" ainda nem vendeu tudo isso. São tempos diferentes agora. Talvez eu tivesse atingido mais pessoas, em termos de exposição, mas quem pode saber? É uma outra época...
"Desire" tem uma sonoridade agressiva. Você estava com raiva de algum assunto ou pessoa especificamente?
Basicamente eu quis que soasse inspirador, grande e agressivo e que as músicas tivessem um sentimento mesmo antes de incluir meus vocais.
A agressividade é algo intrínseco ao hip hop?
Acho que é um erro enquadrar o hip hop em algum conceito. Na maior parte, hip hop é a voz do povo. E essa voz pode ter muitas coisas para dizer. Tento deixar espaço para ficar com raiva, triste, se apaixonar ou sofrer a perda de uma pessoa amada. Não quero me fixar apenas na agressividade porque a vida é muito ampla.
Gravar seu segundo álbum aos 35 anos te deixa mais seguro para falar de assuntos mais pessoais?
Definitivamente, a sabedoria é uma coisa linda. Voce vê o que fez no passado e o que aprendeu por experimentar o amor e ser magoado, e experimentar o amor de novo e perder pessoas que você ama. Você tem que passar essa sabedoria para frente. É assim que tem que soar esse disco. Não é para soar como se eu tivesse 17 anos, sabe?
Você já colaborou com vários artistas importantes do hip hop, como Jay Dee ou o De La Soul. Como você se vê como artista no meio desses caras?
Não sei... Bem, seria um grande fã de Pharaohe Monch, se pudesse sair de mim mesmo e observar de fora. Pela variedade, pelos conceitos diferentes. Saindo da minha pessoa e me enxergando como um fã, eu realmente colocaria Pharaohe, liricamente, entre os grandes.
Quais são suas qualidades?
Eu realmente gosto de alguns versos desse disco, das coisas do Organized Konfuzion e definitivamente de muitas coisas, em termos de letras, do "Internal Affairs". Mas acho que, no geral, "Desire" é o meu melhor álbum solo. E já comecei a trabalhar no próximo, então não vai demorar tanto dessa vez. E está ficando do caralho, estou muito animado! Sinto como se fosse o comecinho do segundo tempo ainda, não chegou nos descontos, acabei de sair do intervalo. É uma coisa linda, estou ansioso para levar essa música para as pessoas.
O que você achou do Nas ter dito no disco dele que o hip hop morreu? Ele está certo de alguma maneira?
Definitivamente. De uma maneira é uma metáfora sobre como as pessoas lidam com a música, especialmente nos EUA. Viajei para outros países e é diferente, existe um respeito maior pela música fora dos EUA. Acho que é uma metáfora de que as pessoas não tem o respeito pelo aspecto da dança, do grafitti, e até do DJ, da cultura. Culturalmente está num coma. Entendo o que ele quer dizer metaforicamente, mas ainda está vivo porque artistas como eu ainda estão aqui, fazendo a música.
Ainda há espaço para o hip hop crescer e evoluir?
Sim, claro.
Quem faz coisas interessantes hoje em dia?
Adoro essa menina chamada Georgia Anne Muldrow, da Stones Throw. Gosto de Kweli e Mos, Imortal Technique... Qualquer coisa que seja de verdade e do coração.
O que você acha de o hip hop ter se tornado tão mainstream? Tipo, o Kanye e o 50 Cent venderam quase um milhão de cópias na semana de lançamento...
Acho que é bom. Se você olhar bem, vai poder enxergar através da porcaria de marketing hollywoodiano que tem nisso. Kanye é um dos mais prolíficos artistas, suas produções são realmente muito boas. E 50 sempre vem com a lição do trabalho duro. Muitas pessoas reclamam da música, mas é muito evidente que quem se esforça vai chegar no seu destino.
Há uma certa ironia no fato de o hip hop ter saído dos guetos para dominar o mainstream? A alma da música não se perde nesse processo?
Hum... Bem, fica um pouco diluída, mas qualquer coisa que venda precisa ser comercializada e propagandeada da maneira certa. O mérito da música sempre vai ser mais importante, o quão boa a música é. Mas tem também o aspecto de saber como vender essa música, o marketing.
É importante vender bem da perspectiva do artista?
Hum, depende. Algumas pessoas entendem qual é o talento e o valor deles e querem ser compensados. Outros fazem por razões diferentes. Nem todo mundo ganha do mesmo jeito, mas dá para pagar as contas fazendo isso. Porém, muitas pessoas que aparecem num clipe de sucesso e tal podem nem estar ganhando tanto dinheiro como alguém que está fazendo turnês constantemente como o The Roots ou Kweli.
Qual é a sua motivação para fazer hip hop?
Gosto do desafio, não gosto de ficar numa zona de conforto. Quero inspirar e tirar emoções diferentes das pessoas, como se fosse um filme. Gosto de ir ao cinema e sair sentindo que posso lutar karatê ou ser um herói de ação e acho que a música pode ter um efeito parecido nas pessoas.
Não é muito comum fazer covers no hip hop, mas você fez de "Welcome to the terrordome", do Public enemy. Porque escolheu essa música?
Essa música foi muito inspiradora para mim e achava que precisava ser ouvida pelas pessoas, essa letra tinha que ser ouvida novamente. E a batida me deixava muito empolgado, então quando aprontei o beat comecei a fazer um freestyle e foi saindo a letra. E pensei: "Nossa, isso ficou bom!". Daí mandei pro Chuck D, ele ouviu e me deu sua aprovação. Achei que ia ser massa fazer porque muitos dos garotos que gostam de hip hop hoje em dia nunca ouviram a versão original.
Você pretende gravar novamente com o Prince Po como Organized Konfuzion?
Quem sabe o que o futuro nos reserva?
Vocês ainda colaboraram?
Sim, a gente se fala.
Ainda são amigos?
Ah, definitivamente!
Você apóia a pré-candidatura de Barack Obama para presidente?
Sim, acho que ele é o meu favorito. Gosto da sua política, dos seus pontos de vista.
Você acha que ele ser eleito vai mudar a situação dos afro-americanos nos EUA?
Hum... Acho que não. Nem sei se isso é possível. Se você começa a mudar a forma como a economia se organiza, você corre o risco de ser eliminado, assassinado.
Sério? Você acha que existe a possibilidade de um atentado contra ele?
Sim, é claro. Se alguém atira em Ronald Reagan, definitivamente poderia colocar veneno de rato na comida dele, ou sei lá que porra eles podem fazer. Foi assim que aconteceu no passado, sabe?
É um sentimento geral nos EUA?
Não sei se é um sentimento geral. Mas é algo com o que ele não parece estar preocupado e isso é o mais importante.
A forma convencional de distribuição de músicas já não faz mais sentido.
A popularização do mp3 e das tecnologias de cópias de cd (a famosa pirataria) estão obrigando as grandes gravadoras a reverem suas estratégias. Além disto,as ferramentas profissionais de produção musical estão cada vez mais acessíveis e a troca de informações entre os usuários da internet está aumentando a cada dia.
Aproveitando este cenário, músicos de toda parte estão desenvolvendo seus talentos produzindo faixas realmente interessantes e, através da web, divulgam seus trabalhos de maneira independente, sem intermediários.
Esta nova forma de distribuição vem ganhando destaque nos últimos anos quando começaram a surgir os chamados Netlabels, portais da web onde músicos disponibilizam seus trabalhos para download. Os próprios músicos escolhem as regras de licensa. As mais usadas são as previstas no pacote Creative Commons (que rege também o Radar Cultura). http://www.creativecommons.org.brAlém dos Netlabels, há também o Myspace (www.myspace.com), comunidade on-line semelhante ao Orkut (www.orkut.com) muito popular entre músicos independentes, onde artistas podem postar suas faixas para outros usuários ouvirem.
Fonte: http://www.radarcultura.com.br/node/3915
PROJECTOS MORTOS?????
Kasulu: Voces se recordam Dos Projectos Hip hop Laranja, Desminagem, Siahuma, Tumbacao, Terceiro Bloco dos Incultos, Muitos Chamados poucos escolhidos, Nauseas, Stru-Chamber Style,Panela do Hip hop .
Hi: Kasulo tds exes projectos eram feitos por pessoas k no fundo nao acreditavam no k xtavam a fazer. Por isso e k morrem. Fizeram por causa da vibe do momento. Hj em dia nem vivem 2o o k diziam acreditar
Entao?Aguardamos os vossos comentarios
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Ainda sobre a clandestinidade (Inercio)
show details Apr 29 (2 days ago) |
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Nao é por acaso k grupos como Medlevel foram nomeados pa os premios do hiphop time. Exes grupos k falaste devem deixar d s esconder pa serem incluidos na analise do hiphop nacional
de Inercio
Recebemos este mail do senhor Inercio em resposta ao anterior post com titulo clandestinidade, embora nao concordemos com a opinao dele achamos por bem partilhar com os nossos visitantes o ponto de vista acima e desde ja aguardar mais reacçoes ao mesmo.



